sábado, 21 de julho de 2007
Anómalo
Até onde vivemos nossos corpos e até onde devemos modificá-los? Devemos ou podemos? Custo e benefício. Devemos e podemos. Nem um nem outro. Um e outro.
Mude
sexta-feira, 6 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
só num lembro quem era =)
quinta-feira, 21 de junho de 2007
bends
Foi quando eu voltei pra casa e sentei com um dos violões e veio The Bends pelos meus dedos. E percebi uma frase do Thom..
I need to wash myself again to hide all the dirt and pain
Id be scared that theres nothing underneath
And who are my real friends?
Have they all got the bends?
Am I really sinking this low?
E depois que cantei isso senti um calafrio. Que é pra longe disso que estou caminhando. Me desprendendo de meus contatos descatáveis e vivenciando mais a alegria e minucias das pessoas que me circundam e que me fazem felizes. As que conheço. The ones that got the bends.
domingo, 17 de junho de 2007
Prometeus
Video assustador.. Como se o Cérebro do Pinky e "Célebro" fosse dono da Google... e num capitulo mais demorado ele conseguisse conquistar o mundo. Maaaas... Não é tão simples assim... O problema é um pouco mais de informação pros usuários. O mesmo problema do Windows Vista. que tem em "vista" evitar que pirateiem programas dentro da plataforma. Mas e dai? quem quer usar windows vista? Só quando começarem a produzir softwares apenas pra estas plataformas. Mas sempre há uma maneira de burlar essa segurança fatídica. Liberdade de uso. Todos os programas da google são publicos, alguns com versões pagas, Mas pra que pensar em 2022 sendo que faltam 15 anos pra chegar nessa data e tanta cousa acontece paralelamente. Tudo muda. Tudo é volátil. Um dia a gente enjoa da google comprar tudo. Talvez uma nova forma de comunicação apareça. Muito cedo pra praguejar.
clica na imagem que aposto que aqui num vai dá pra ver direito.... tirei do Baunilha.org | Wulffmorgenthaler que é extraido e traduzido de wulffmorgenthaler.com que são uns dinamarqueses super criativos.. falando nisso.. super devia ter plural... =)
quinta-feira, 14 de junho de 2007
busca
Procura agora uma mulher como cura de seu fleumatismo. Um romance pra mudar sua vida.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
terça-feira, 22 de maio de 2007
bar
Dialogava com seus amigos na mesa do bar como sempre. Sempre às sexta ou quando eles apareciam sem avisar. Odiava quando isso acontecia, pois por mais atarefado que estivesse, e eram tão persistentes que poderiam fazer um elefante vestir uma blusa por conta própria. E a pior parte é que seus amigos não eram muito socializaveis. Nunca pediam mais cerveja, nem nunca a serviam. Sempre bebiam e comiam, mas não pagam a conta. Porem o homem de camisa preta nunca estranhara tal situação. Porem estranhava a reação dos outros no bar. Especificamente naquele bar. E não sabia porque seus amigos sempre escolhiam aquele bar.
Estranhara aquela 6ª-feira, onze de 05 de dois mil e 07 quando escutara a bartender dizer algo sobre ele. E a encarara com um olhar de dúvida expressa em suas sombrancelhas que realmente lhe sombreavam os semblantes. Sentou da mesa e seus amigos permaneciam em silencio e estáticos. O bar que já se encontrava vazio, tornara-se mais inóspito e sentira o assento desconfortável. Encarara novamente o garçon e a bartender e seus amigos insistiam na brincadeira. Resolvera ignorar e fixou seu olhar na janela em sua frente. Brevemente figurara dois vultos lhe fitando. Seu olhar transpassava a transparencia do vidro que sempre coberto por uma cortina, impedia que o interior virasse vitrine à fora. Mas a janela foi se tornando cada vez menos opaca e assim as paredes e de repente podia ver com clareza, o logradouro onde estava. As luzes se tornaram mais fracas e às da rua imperavam. As duas faces o fitavam com uma cara de dúvida, a mesma que fizera à bartender. E, então, percebera que aqla cadeira desconfortável era um pilar demolido no meio de escombros em um lote vago. O Homem de camisa preta não entendera o que fazia ali. E os dois vultos continuaram seu percurso original. Ele se levantara e fora pra casa.
Nunca mais seus dois amigos o visitaram. Até então.
domingo, 20 de maio de 2007
quinta-feira, 17 de maio de 2007
sutil
domingo, 13 de maio de 2007
icones
segunda-feira, 7 de maio de 2007
recomendação 01
Mas acabei de ver um ótimo, mas só me interessou vê-lo por na sinopse estar expresso que era uma dupla de arquitetos (O Jude Law e o Martin Freeman) que têm um escritório de paisagismo no King´s Cross - london - e é um escritório bem equipado, lindo, mas uns caras Bosnios assaltam o escritório, e o mais legal que os caras incrementam parkour pra se locomover até o local do crime. Mas tudo bem. É só o começo do filme e até então não tem nada demais. Mas pegando pelo roteiro e pela direção do Anthony Minghella torna tudo mais real e condizente. Talvez por ser um filme britânico (tá certo que tem uns produtores americanos por trás mas é só dinheiro), mas por ser um fimle europeu já tem uma carga emocional e coerente cem vezes maior que um filme comum americano. E todas as minuscias bem feitas, todas as expressões com raiva, as cousas sem pensar que dizemos quando discutimos e pensamos em nós própiros correndo da culpa e a empurrando pro receptor mais próximo. Isso faz o filme maravilhoso. Eu falando num vai adiantar muito. Mas é maravilhoso e recomendo pra qualquer pessoa que tenha algo no cocuruto. Fora isso, as metáforas arquitetônicas são ótimas.. ahahahahahaahah
eis os links pra baixar
http://www.gigeshare.com
http://www.gigasize.com/get
http://up-file.com/download
http://you-love.net/download
tá sem legenda.. mas alguns sites por ae tem.. só usar com o bs player....
ps: O filme chama invãsão de domicilio - Breaking and Entering.... =)
sábado, 5 de maio de 2007
receber
só preencher...
http://www.cultura.mg.gov.br/?task=forms&sec=6&cat=16&frm=6
quinta-feira, 3 de maio de 2007
mentira
contradizome
sábado, 28 de abril de 2007
fora
sexta-feira, 27 de abril de 2007
quinta-feira, 19 de abril de 2007
pedestres 01
Havia um homem.. eu notei em sua face. Havia rancor e medo. Uma angústia. Uma dúvida. E ele caminhava sem saber o que fazia. Sem saber o que fazia andando. Seus pés o punham em mais dúvida. Passava seus pés pelo chão e não percebia que o fazia. Suas mãos jaziam sob seus braços pendurados no corpo apenas serem parte. Se desmontassem, os retiraria pra aliviar o peso. O que ele queria era um conforto, parar seu corpo sem a preocupação de suas responsabilidades. A dúvida que beirava a morte o matava antes mesmo de consumar seu desejo. Ele passou.
Logo depois havia uma mulher. Ela carregava uma sacola velha de feira. Aqlas sacolas coloridas quem usavam pra comprar frutas antigamente. Mas ela vagava com a sacola pouco cheia com passos lentos retardando a volta para casa. Aquela avenida lhe parecia mais interessante. Com várias pessoas que queria conhecer. Com quem queria parar e conversar. Ela desejou uma bancada com uma placa "faça amigos aqui". Não queria voltar pra casa. Se casou sem desejar. Queria uma compania e achava que tudo funcionaria como funciona consigo. Tudo fugira de suas espectativas e ficou perdida em sua propria casa. Passara a comprar menos pra precisar sair mais. Ficava conversando com os atendentes da padaria e do mercado tornando o expediente mais interessante. Mas sua vida não tinha mais o mesmo glamour apaixonado de seu noivado. E ela passou.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
cenário
A grande diferença das ruas de aqui são os cenários e o fetiche de usar o carro. O que é o carro afinal? é uma bolha na qual você senta e se locomove fazendo o mínimo de esforço. Alguns com mais conforto que o outro. Uma bolha que se locomove em um espaço público e o torna privado momentaneamente. É MEU! O cenário desenvolvido ali é composto de sinalização de trânsito e luzes vermelhas de freio. Quando se anda pela cidade o cenário se torna diferente. Sua atenção é voltada para os marcos e volumes protuberantes. Inclusive pelos carros. Quando este cenário deixa de ser apenas estético, quando a violência e a falta de atrativos visuais são proeminentes, voltamos à necessidade maior de nos satisfazer do fetiche de um carro ou outro veículo automotor distinto.
Em Paris, por exemplo, onde este atrativo visual é muito maior que em uma cidade como Belo Horizonte, e um carro é mais barato de ser adquirido, as pessoas andam mais pelas ruas. Talvez porque se saciam por aquela beleza monumental e imponente. Até o suor na cultura francesa não é tão nojento como aqui. Mas se sua menos andando por Paris que por aqui.
Mas a composição de cenários e a incorporação do usufruidor como personagem é significante para a utilização do espaço público e composição do mesmo.
deleite
quinta-feira, 5 de abril de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
seu
terça-feira, 20 de março de 2007
som
Procurem ouvir música...
rua
seriamos mais felizes.
quinta-feira, 8 de março de 2007
filme
Há cinco anos que morri. Voltarei a minha vida de fantasma.
bobo
Afinal, a gente não escolhe quem a gente ama, né naum, Olive? =)
oleopetr
É mais fácil gastar dinheiro honestamente do que inventar desculpas pra se banhar no mar que um líquido que move seu país.
Sr. Secretário de Agricultura do país em questão que porta vermelho e azul em sua paixão, quem disse que não precisam de etanol? Acorde, señor!
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
cinzas
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
persuadir
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
variantes
Há um foto... Ela simboliza um objeto.. é um ponto de vista de um objeto... Ela exprime uma sensação sensorial do mesmo. Ela marca um ponto de vista e nos para no tempo ao por-nos a obserservá-la. Ela continua estática e muda. Nos incita transpassar aqle momento curto. A propor uma continuação. Muitas vezes não. É apenas um momento parado no ar...
Algumas vezes, as fotos de momentos casuais poderiam durar um periodo mais longo. Algo mais do que nada. Um movimento. algo que desse mais calor e provocasse mais memórias atiçando saudades. Um pequeno filme de um momento. Um gif. Hoje é tão facil de produzí-los com ou sem som. Algo substituirá fotos casuais. Não fotos.. mas momentos.. pois a foto não substitui momento. A foto substitui um instante. Um instante premium. Talvez... uma corrida de bunda, ou mesmo uma tarde alegre. E se faz um instante maior... um momento... Afiz feliz...
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
unir
sábado, 10 de fevereiro de 2007
chico
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser todo ruim...
Mas com os amigos que tenho... me fazem me sentir todo ótimo =) adoro eles... num é literário.. mas é um desabafo a favor do amor que sinto por eles... apendir a amar com eles..
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
lugar
libertino
idealismo
controle
Mas só acho que deveria haver uma nova rede de informações paralela a internet. Não há necessidade. Mas deveria ter.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
textura
Enfim o as pessoas que formavam o vazio o tornaram cheio. E a noite deixara de ser escura. Não havia mais música. E uma duvida a mim resta. Terá revanche?
domingo, 28 de janeiro de 2007
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
desculpas
esse texto aconteceu... não se importe se uma hora ele se sobrepos ou sofreu de disturbio bi-polar de humor... foi como as escolhas... seriam escolhas desculpas? =)
outono
linguageirismo
acabar
Foi uma pena acabar...
barco
ontem
prazenteiro
Quando chegar, cuidado com o beijo que deixou embaixo da porta... ainda vou estar dormindo.
E se você não for um mero sonho, guarde o beijo naquela gaveta, e me acorde com um novo...
E depois sempre deixe um novo dentro da geladeira, bem gelado =)
Nunca, nunca se despeça de mim..
Nunca...
redemoinho
Seu copo de café acaba quando decide procurar redemoinhos novos...
individualmente
dez
- Ae mermão, arruma um real pá nois ae?
- Toma ae garoto, só tenho isso ae, 10 centavos. Arruma mais 10 iguais a mim que c vai ter um real.
- Seu arrumasse 10 igual a você co um real, nois teria 10 real.
- Mas como tem vinte de vocês por ae, só resta 10 centavos em cada um de mim.
E ele continua a caminhar pera rua voltando pra casa numa noite de segunda-feira, naquele cansaço pré fim de semana.
percepção
humanos
dizem que antigamente vendiam sonhos.. não entemos o que os antigos dizam com isso.. os "humanos" hoje dizem que eles vivem os sonhos. E que sentem tão bem como nos sonhos. Mas muitos morrem por não conseguir viver como eles.. Eles estão acabando. Não há como viver sem tomar os comprimidos de dormir. não há...
almondega
hummmm.... hummm..... arhhh!! barriga....
era
caso
posto
comprimido
volatil
ego ago
a flecha que alguém cospe quando bebado, penetrando no orgulho de um coração ébrio, o ferindo.... sangrando ignorancia... o iludindo nas ebulições oniricas que foii imerso.... não me vale muito gastar a saliva a tais ventrilogos palhaços que falam mais alto que mim. me dah raiva não escutarem minhas palavras. que asco sinto disso.... como aprendem? o que querem provar? qual o medo que errarem? porque querem sempre estar certos? porque querem fazer esse showzinho todo? porque querem tanto um ego desse tamanho? mal cabe na caixola?
afff...
Chuva
monológico
diario
fleuma
cidade
pueril
samba
angústia
Um soco na boca do estômago. Como uma vontade de.. droga! uma vontade de chegar lah e dizer bah! eu te quero sim.. faz isso não. Mas c tah gostando de outro garoto.. parece.. sei lá! eu naum gostaria dele.. mas eh mais atenciosa com ele.. aff.. cimúmes.. primeira reação forte de cimumes que eu acho que tenho sobrio. Mas bah! eu nem precisava de ter visto aquilo... esperava ansioso um oi seu.. ae resolvo te dah um oi antes...
Perder eh muito ruim. Ainda bem que naum sou atleta. Nem vi o resultado ainda, mas tenho medo de olhar pro placar. Me dou o não.. eu sei onde eu errei. O problema sou eu. Falta de ousadia... mas eu sou assim.. tenho que me recompor... arranjar um pouco de felicidade por ae... tah sendo tudo tão ruim...
Merda.. eu fui amaldiçoado...
Passos
espera
Fico eu indo em passos largos a espera do que eu imagino que aconteca. Não devo imaginar demais. Tenho que perder essa mania esperançosa de ficar imaginando as falas, roupas, ambientes, sentimentos, brigas, beijos, e tudo mais. Mas como é ruim esperar. Ficar na esperança de ouvir que você tem certeza que não vai escutar tão cedo. O tempo passa arrastando meu coração no chapisco. As Vezes sou tão intenso, as vezes quase fleumático. Tento ficar no meio termo, mas é dificil. Dificil separar a vontade da decepção. Mas como é ruim esperar. Fico querendo dizer as coisas antes de poder. Tudo podia acontecer antes. Quero parar de imaginar. Quero que seja!... quero te sentir o quanto antes. Mas quem sou eu pra merecer esses benefícios? Apenas um eu comum que quer tudo antecipado! desesperado. Querendo tudo antes do tempo, exigindo demais dela... Mas como é ruim esperar. Acho que acabo estragando tudo de ansioso. Sentindo ciúmes de quem importa mais pra ela do que eu. Querendo fazer mais parte da sua vida, mas não preencho nem uma pegada. Sendo um desastre. Sendo pessimista. O que será que ela pensa de mim? Fico no vacuo tentando me mostrar, mas sinto que desaponto. Fico com medo de ir em frente e me estabelecer.. ORH! sou assim... com medo de desagradar. Será que eu vou? será? Só não passar em branco. Em finale, queria que sua boca estivesse mais perto da minha lingua do que da dela. Queria que minha alma sentisse a dela. Sentir o cheiro do seu cabelo. Pelomenos um suspiro. Me valeria a semana... me renderias varios sonhos... me faria amar.
Me complete =)
leito
Já não sou tão viril. Tudo agora me faz falta. Nada me remedia. Meu coração doi de tristeza. Vivi com tanta vontade de futuro, de chegar mais rapido onde eu queria ir. Agora estou aki. Não posso aproveitar tudo que queria. Sentir o som das coisas ao andar na rua, o vento tentando me parar. O perfume das pessoas, as plantas em volta. De dizer o que sinto pra todo mundo, e não ficar mentindo com medo do que vão achar de mim. Por que só agora me sinto um bobo? Depois de ter passado todo minha vida com tanta confiança em mim. Tanta certeza de que tava indo bem. Esta vida foi tão vazia. Não sei como consegui viver assim até hoje. Sem saber a textura de uma flor. Sem saber como é deitar na grama, no sol, e ficar de olhos fechados sentido tudo a minha volta. Não, não foi uma vida que tive, foi quase uma morte, me atordoano. Talvez um castigo de uma vida passada. Há! vidas passadas.. só agora quase morrendo vou me preocupar em religião. Nunca tive tempo pra acreditar que alguém fosse me dá alguma coisa sem que eu corresse atrás. Me colocasse em algum lugar para que me acontecesse algo, seja bom ou ruim. Mas é certo que não foi uma vida. Não é uma vida sem dizer que ama alguem. E hesitar dizer que ama por achar que vai parecer um bobo. Não deveria ter preocupado tanto em que vou ter que comer mais tarde, em ter que ter tempo certo para cada coisa. Em cronometrar tudo. Em medir o que eu ia falar. DROGA! eu quero dizer o que penso. Quero sentir a textura das coisas. Quero poder abraçar alguem, de verdade. não soh um abraço frouxo, quase com nojo de alguem. Quero ficar o cheiro de um cachorro não mão pq eu o fiz um agrado e gosto dele. Ficar sentado e sentir minhas costas relaxarem, e ficar olhando pra frente vendo nada. Quero poder me sujar sem sentir nojo. Sentir a humidade da lama na pele. Agora, se pudesse sairia correndo, descalço por aquele gramado, gritando debaixo da chuva, cair e escorregar e rir de mim mesmo. E rir por estar feliz. Estar feliz por poder dar valor a estas coisinhas. Por poder viver enquanto posso viver estas coisas. No momento certo.
Agora moribundo não posso. Bela hora de se arrepender. droga....
faca
café
níquel
bloco
Ele acorda todo dia com o humor da cidade. Com o humor de cada pessoa que encontra pela rua. A onde vá, todos o olham como diferente. E é. Sensivel ao que a cidade lhe exprime. Não guarda vestigios de que não está gostando. Fala sem perceber, e quando percebe, não se importa, já aconteceu mesmo. É mais puro que o ar que respira, mas tão transparente quanto.
Vive por seus impulsos, as vezes sem nada na cabeça, e sem perceber que a vida passa, e como é curta, vendo que a cidade anda mais rápido que ele mesmo. As vezes se atormenta por não conseguir acompanha-la, por se perder no meio de tudo e se culpa de desatento.
Inventa seus proprios significados, se julga inteligente, e procura saber apenas sobre o que lhe interessa. Faz mau uso de si. Tem medo das pessoas que queria gostar. Medo de desapontá-las. Medo de perde-las.. e as perde por isso. Ama tudo que acha novo. Esquece o velho. Sua vida se transforma, cada vez mais nova, e se perde por falta do antigo.
Ao roer as unhas numa praça, flanando pelos prédios, se sente mais um. E não é isso que ele achava ser. E prossegue, por não fazer falta a ninguem.. triste...
soma
Ele não se interessa pelo mundano.. sem essencia.. não sabe o que eh ser amigo.. naum sabe o valor da textura de uma flor...
Não sei como ele pode viver assim.. acho q ele naum sabe o que eh uma vida normal.. sempre enfiado nos seus objetos, preso dentro de seu lar.. mal pisa na rua sem que seja util.. racional.. medido.. seus atos levam cauculos exaustivos... medo irracional de ser futil.. sem humor.. sem esperanças... tenta ser frio mas com um toque em seu coração choraria o suciciente pra encher um copo.
Não sei se ele tem sonhos... não sei ele sonha.. não é preciso sonhar.. é descartavel.. são suas opiniões.. não adimite sempre que tah errado.. sempre contorna seus problemas.. seus erros.. sem certeza as vezes... pura ignorancia o corroi de dentro e ferve seu sangue em um soco fulgás... ond bem depois mediria as consequencias...
ele faz sua vida... do jeito que ele escolheu... do jeito que ele acha que deve ser.. ele acha que deve ser assim.. asssim deve ser.. e ele é... é tarde demais pra ele mudar... não se quebra a cara com algo que passou muito tempo acreditando.. homem comum não anda pra trás... não volta e vai pelo rumo certo.. cria um novo prumo... e sobe ali um novo alicer.. caia ele ou não... nem sempre permanece na vertical...